Sweet Memories - Steven Wilson: Envolvente e Pertubador

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“Apresentação do vocalista do Pocupine Tree em SP mesclou diferentes sentimentos e emoções”

 

Steven Wilson pode ser considerado um dos novos “Papas” do Prog/Rock/Metal, por suas colaborações em bandas como Opeth, Orphaned Land e Robert Fripp (King Crimson), mas principalmente do seu grupo, o Pocupine Tree, que por graças aos álbuns  In Absentia e Fear Of A Blank Planet vem conseguindo mais destaque na cena mundial, por causa da mescla de progressivo, alternativo e peso, muito peso.


[caption id="attachment_293" align="alignright" width="150" caption="Steven Wilson - Foto por João Messias THE ROCKER"]Steven Wilson - Foto por João Messias THE ROCKER[/caption]

E promovendo seu novo trabalho, Grace For Drowning, o guitarrista/vocalista/tecladista veio para uma tour latino-americana, encerrando a tour com esse show no Brasil, no Via Marquês, que já recebeu grandes nomes como Mark Farner e Soulfly.

 

Contando com um bom público, o show teve início pontualmente ás 18 horas, já mostrando que um show de Steven Wilson é algo que foge do convencional, pois as primeiras músicas foram executadas com uma espécie de cortina, e com os músicos chegando um a um, até chegar no vocalista, que possui um jeito peculiar, pois estava descalço e toda hora chegava perto dos instrumentistas, parecendo verificar se estava tudo bem com o som.

 

Aliás, a banda que o acompanhou é o que podemos chamar de “Dream Team”, pois contou com Marco Minnemann (bateria, Kreator, Necrophagist), Nick Beggs (Baixo, Tina Turner), Theo Travis (Robert Fripp), Adam Holzman (Teclado) e Tsonev Niko (Guitarra), que graças ao background diferenciado, deu um brilho ainda maior as canções, como a abertura com No Twilight Within The Courts Of The Sun, que mescla momentos que vão do Jazz ao Prog Metal e a belíssima Deform To Form A Star.

 

Em Sectarian, outra surpresa, pois em sua metade a cortina foi ao chão, e vimos a satisfação de Steven com o público, que prestava atenção a cada detalhe das canções, diferente de shows de Heavy Tradicional e Metal Extremo, não possui rodas ou empurra empurra e sim atenção e introspecção.

 

Luminol (que estará em seu próximo disco solo) e Raider II foram outros


Steven Wilson - Foto por João Messias THE ROCKER[/caption]pontos altos do show, devido à grande variação, indo a partes de pura beleza a outros instantes de peso e obscuridade, e tudo muito bem conciso e com a pegada que os shows de rock merecem. Get All You Deserve encerrou a primeira parte da apresentação com os músicos utilizando máscaras, deixando sua música ainda mais intensa.

E no bis, sobe apenas Steve, que no melhor estilo voz e violão executou duas músicas do Pocupine Tree: Lazarus e Trains, que fez o público cantar a plenos pulmões e com esses sons encerrou esta grande apresentação de mais de duas horas, que mostrou que quebrando o trivial de músicos e instrumentos, o show fica muito mais forte!

 

Uma grande apresentação que deixa os fãs do Pocupine Tree ainda mais esperançosos para shows da banda por nossas terras em breve!

Sobre o autor: Joao Messias Jr.

João Messias Jr., ouve rock há mais de 20 anos e neste período criou os fanzines Clepsidra, Da Pacem Domine e New Horizons, este último existe hoje apenas na internet. Além do New Horizons, possui publicações veiculadas em portais como Undersound, Rock Post, Die Fight e Roadie Crew.


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